domingo, 23 de fevereiro de 2014

Poema do vazio.

Tu chegas sem aviso, sem hora nem lugar,
me inunda e me deixa um vazio
Me sinto fraco, mal posso explicar.

Tu me preenches, mas ao mesmo tempo me incompleta
me deixa frio, ranzinza, ninguém me tolera.

De manhã, a tarde e a noite, permanece aqui
mas tua presença me confunde, como podes existir?

Talvez tu não mereças o que escrevo por ti.
mas sem ti, talvez morto estivesse aqui.

Depois deste (des)afeto, devo dizer seu nome
para ti fiz este poema, minha querida fome.

2 comentários:

  1. SAUHSHAUHSUAHUASSA cara,realmente achei q fosse algo de amor e tal. Me confundiu legal,já estava prestes a chorar :(
    DUHASHUSAHUSAHUSA
    amei

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    Respostas
    1. HEUEHUEHEUHEUEHUEHUEHEUHE a arte de enganar o leitor.

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